Na internet ainda há destas coisas, interessantes pontos de encontro de mentes bem alimentadas e dispostas a assimilar mais:

Aqui um excelente artigo que não posso deixar de partilhar sobre o jornalismo vendido e a política podre.

A minha resposta, que pouco passou de um reforço:

Mais do que essa “fome” dos jornalistas mete-me nojo e ao mesmo tempo preocupa-me esta distorção daquilo que deveria ser a política. Esta falta de valores, estas MERDAS a que nos sujeitamos, esta cambada de clubistas que jogam à política como se de futebol tratasse. O problema disto tudo é que são vidas (e milhões delas) que estão em jogo…os jogadores passam sempre bem, fazem trinta por uma linha e aquilo que deveria ser a orientação e gestão de uma nação transforma-se num puro jogo de votos com o poder como prémio. Não deveria ser esta a de mais nobre das actividades profissionais? E o pequenito sem nada poder fazer, que já há substituiu o conceito de política por isto que vivemos, paga as crises e os desfalques e ainda tem tempo para alimentar sensacionalismos. Num mundo ideal e utópico a política seria até uma actividade voluntária e exclusiva dos sábios de cada país. O bem comum e a evolução são termos que já quase não existem. Porra com isto.

“Eu sou parvo ou quê? Quero ser feliz porra, quero ser feliz agora, que se foda o futuro, que se foda o progresso, mais vale só do que mal acompanhado, vá mandem-me lavar as mãos antes de ir para a mesa, filhos da puta de progressistas do caralho da revolução que vos foda a todos! Deixem-me em paz porra, deixem-me em paz e sossego, não me emprenhem mais pelos ouvidos caralho, não há paciência, não há paciência, deixem-me em paz caralho, saiam daqui, deixem-me sozinho, só um minuto, vão vender jornais e governos e greves e sindicatos e policias e generais para o raio que vos parta!”

José Mário Branco – “FMI”

Aproveito ainda para vos alimentar com um pouco do melhor que a música portuguesa tem para nos oferecer: OUVIR

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